segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Homem-Criador-Deus


Hoje em dia assistimos nas notícias e lemos nos jornais e na internet, a uma evolução cada vez maior da ciência. E um dos campos que está a evoluir cada vez mais e mais depressa é a genética.

Actualmente sabemos que a possibilidade de podermos conceber um bebé com as cacacterísticas que se desejam, está cada vez mais próxima...

Mas até que ponto deverá a ciência ir? Será que não estamos a alterar o "produto" tal como ele veio ao mundo?

Aos olhos da Igreja, estamos. Estamos a alterar a natureza humana por mero capricho dos Homens e por mero desejo de ir mais longe. Deus touxe ao mundo o ser humano tal como ele é, e para viver a vida tal como ela é seguindo todos os seus processos naturais.



Segundo a igreja um filho é considerado um presente divino, devendo ser por isso amado incondicionalmente tendo cabelos loiros ou castanhos... sendo isso uma questão sem relevância alguma.

Para quem acredita em Deus, não estará o homem a querer passar-se por criador?

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Poderá ser considerado puro egoismo por parte dos pais?

Uma clínica nos Estados Unidos iniciou uma polémica ao oferecer a casais que querem ter filhos a hipótese de escolherem características como a cor do cabelo ou dos olhos do bebé.


Essa clínica em Los Angeles, dirigida por um dos pioneiros dos tratamentos de fertilização artificial na década de 70, Jeff Steinberg, espera para 2010 o nascimento do primeiro bébe com características escolhidas pelos pais.

Especialistas britânicos criticam a clínica americana e afirmam que o serviço vai desviar a atenção das pessoas de como a mesma tecnologia pode proteger crianças de doenças herdadas dos pais. A ciência que envolve as escolhas nos bebés é baseada numa técnica de laboratório chamada de pré-implantação de diagnóstico genético.

Esta técnica envolve a retirada de uma célula de um embrião muito novo, antes que ele seja implantado no ventre da mãe. Os médicos seleccionam então um embrião que seja livre de genes indesejáveis - ou, neste caso, um embrião com os traços físicos desejados como cabelo loiro e olhos azuis por exemplo - para continuar com a gravidez e descartar outros embriões.



O facto de poderem ser escolhidas estas características para os filhos nesta clínica, não será apenas um negócio à custa de pais fúteis e egoístas que querem os seus filhos segundo os seus padrões de beleza?
 
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