A curiosidade por vezes leva-nos a cometer certos actos.
Imaginemos um caso em que a curiosidade em saber o nosso genótipo (se os genes que nos constituem têm presente algo que ainda não se manifestou ou nunca se irá manifestar ou até mesmo os que já se manifestaram) levava ao facto de querermos fazer um diagnóstico genético.
É-nos então entregue o diagnóstico e é nos dito que somos portadores um gene de uma doença sem cura, que nos afectará a vida para sempre e com grandes probabilidades de se manifestar.
Entramos então numa angústia, num medo constante, o medo do futuro, o medo de que o gene responsável pela doença incurável e que limitará toda a vida se manifeste, e a nossa vida se torne num pesadelo.
Ou não.
Imaginemos que essa descoberta era superada da melhor maneira possível e viveríamos a vida ao máximo para a compensar, pois saberíamos que havia grandes possibilidades de ela ser curta, pelo menos ao nível de a aproveitarmos.
Por outro lado…
Imaginemos também que por mais curiosidade que tivéssemos não era possível obtermos o nosso diagnostico genético, nunca saberíamos uma possibilidade dum futuro e nunca entraríamos em angústia e com medo de futuro, teríamos uma vida normal e feliz, até esse gene se manifestar e nos aparecer então, a doença incurável.
Os diagnósticos genéticos são possíveis, e podem influenciar os nossos futuros. Mas é certo que através destes testes poderão prevenir-se ou curar-se algumas doenças. Mas se nesses testes descobríssemos uma doença sem cura que nos fosse limitar fisicamente ou psicologicamente futuramente ou mesmo uma doença mortal que não tivesse cura… Saber antecipadamente não iria aumentar a angústia e a forma como vivíamos até ao momento?
A questão é: valerá a pena acedermos aos diagnósticos genéticos?


Por um lado sim mas por outro não!
ResponderEliminarNão porque iria causar-nos mais angústia e "medo", e prejudicar-nos-ia futuramente, como por exemplo numa entrevista de emprego, se eles gostassem da nossa aparência, e do nosso curriculo era óptimo para nós, mas eles também poderiam não aceitar pessoas portadoras de doenças...isso iria afectar a nossa vida a nível profissional!
Sim, porque ficaríamos a saber se algum dia a doença poderia manifestar-se, se esta é hireditária ou não, e assim talvez pudéssemos impedir que esta fosse passada de geração em geração.
Mas a resposta final é não, porque só iria causar-nos transtorno, e também é preferível viver sem saber que somos portadores de uma doença e viver a nossa vida esperando que chegasse a hora da nossa morte sendo ela causada pela doença ou não!
Bjs...gosto do nosso blog LOOooL
Eu preferia não ter acesso ao meu dignóstico genético. O que viesse, vinha no seu tempo. Preferia não saber nada antecipadamente.. porque poderia descubrir algo que preferia não saber =)
ResponderEliminarbeijinhos. Lúcia
Olá!!!
ResponderEliminarÉ dificil tomar partido neste caso, mas talvez eu perferisse não ter acesso ao meu diagnóstico, pois ia viver as vida inteira preocupada com isto e com aquilo, e quando é que se iria manifestar, se se iria manifestar, é sempre uma incógnita e assim não era viver, era uma preocupaçãp constante, assim, cada coisa tem o seu tempo. E pode mesmo não acontecer nada...
Bjinhos*
Sara Sousa
Olá!
ResponderEliminarEm relação a este tema é difícil saber em que posição me colocaria. Mas penso que tudo tem o seu lado bom e mau.
Era bom recorrer a tal método pois, caso se viesse a verificar alguma doença, poderíamos tentar evitar passá-la à descendência. No entanto, saber que essa tal doença poderia existir iria causar na pessoa um grande desgosto. Esse desgosto que secalhar podia até causar maiores danos na pessoa que a própria doença.
Bjs**