A identificação de um factor genético deficiente, poderá permitir prevenir uma doença, atrasar o seu aparecimento ou limitar os seus efeitos.
Mas há questões que se levantam…
Hoje deixamos aqui uma :)
Este diagnóstico deverá poder ser feito a embriões para os pais poderem decidir depois sobre o seu futuro?
Será justo?
Ou deverá apenas poder ser feito a adultos de forma a poderem eles tomar as suas próprias decisões?
Pense bem... um caso como este poderá chegar até si. Que posição tomaria?
Aguardamos a sua resposta para mais tarde a debatermos. :)
Até ao proximo post.
Os cientistas (ou não) : SEAT & Sandro


Todo o homem tem direito a escolher.Tem, ou deveria ter.
ResponderEliminarSupondo que determinada criança teria um um gene causador de um determinado cancro. Pelo DGPI este poderia ser retirado, evitando assim que mais tarde este se manifestasse. (algo que por acaso aconteceu no inicio deste ano).
Até aqui tudo bem, apenas estariamos a defender a Vida, e apoio isso.
Mas, e se com a divulgação desta tecnica, ao invés de uma doença ou neoplasia com elevada taxa de mortalidade, for algo com a qual o ser possa viver, como uma determinada caracteristica, para a qual já estaria psicologicamente "programado" para a tolerar/suportar? Poderia levar, mais tarde, à rejeição psicológia do próprio corpo? Pois, afinal, seria algo com o qual teria que viver para sempre.
Todos somos diferentes e, por algum motivo, todos temos consciências distintas e diferentes modos de pensar e ver o mundo.Até que ponto poderemos tolerar ser "transformados"? Iremos ser meras marionetas?
Inês à Brás :D
(eu disse que vos vinha chatear)
Para já, parabéns colegas! :D
ResponderEliminarTêm um blog todo para a frente! :p
Quanto à questão é um assunto sobre o qual eu já pensei algumas vezes e não chego a conclusão nenhuma.
Sim, como a Brás disse todos temos direito a escolher, mas não sei até que ponto depois essa informação seria favorável à vida que vivemos.
Se nos derem a informação de que vamos contrair uma doença mortal sem cura. Vivemos limitados por aquilo e de certa forma essa informação condiciona a nossa forma de viver ou preferimos nem sequer saber?
Ai está, em certos casos, como no caso do cancro e de podermos não ter a doença por ser detectada por estes testes sou de acordo.
Mas quem nos garante que a informação que nos dão é deste género e não uma duma doença sem cura que pode limitar a forma como viamos e viviamos a vida anteriormente?
Fiquei na duvida à mesma! xD
Inês Monteiro! :)
Beijinhos
Ola!!!
ResponderEliminarTal como nos comentários anteriormente feitos, é algo difícil de se tomar partido, pois todos temos o direito de escolher e decidir sobre a nossa vida, mas quem sabe se os tais exames ao embrião nos levam a descobrir que terá a probabilidade de ter uma doença incurável e mortal???
P.s. - Gosto muito deste blog tem uma boa apresentação e um tema interessante, espero que continuem. =)
Boa Sorte!!!
Olá e muitos parabéns!
ResponderEliminarEu sou da opinião que apenas adultos poderiam aceder ao diagnostico genetico. este acto deve ser feito de uma forma consciente e cada um é que deve decidir sobre o seu futuro.
bom trabalho =)
Lúcia
É isto mesmo rapaziada... vamos pôr o pessoal a pensar, a questionar-se e a tomar, ou não decisões.
ResponderEliminarContinuem.
Teresa H.